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Módulo
de conteúdo
de um pré-Skol
Beats, o BMC,
Brasil Music
Conference realizado
ontem (23/4)
no Auditório
Elis Regina
no Complexo
do Anhembi dividiu
opiniões
para uma centena
de presentes
entre admiradores
da música,
DJs e produtores.
Enquanto o
saguão
do auditório
recebia os convidados
com atrações
como display
de tecnologia
e showcase,
o evento atrasou
cerca de uma
hora. Os primeiros
palestrantes,
mediados pelo
organizador
e produtor musical
Tuta Aquino,
executivos de
grandes gravadoras
e representantes
de selos independentes
deram cada um
ponto de vista
em relação
ao mercado fonográfico,
seja ele independente
ou pertencente
ao mainstream.
Os temas mais
discutidos foram
a pirataria
e a evolução
da “tecneurótica”,
como disse em
um momento pertinente
Felipe Llerena,
do Imúsica
(http://www.imusica.com.br).
Llerena se referia
ao crescimento
acelerado dos
meios e a difícil
adaptação
das pessoas
às tecnologias
atuais, como
a música
na telefonia
móvel
e a música
na internet.
Marcelo Maia,
da Warner Music
foi persistente
em dizer que
nunca se consumiu
música
como antes,
daí a
necessidade
da adaptação
dos meios às
pessoas que
consomem música.
Na segunda
palestra o assunto
que dominou
os primeiros
minutos foi
o tradicional
“jabá”
das rádios,
e em sua própria
defesa o radialista
Marcelo Braga
da Radio Mix
FM foi o protagonista
de uma briga
de egos com
o hilário
produtor Meme
e alguns convidados.
As partes que
mais cabiam
ao assunto do
debate foi quanto
a jornalista
Claudia Assef
contou um pouco
sobre a “Volume
01”, revista
especializada
em dance music
que teve apenas
duas edições
e que contou
com uma vendagem
total de 20
mil exemplares.
Outro ponto
foi da produção
de música
pela internet
e download gratuito
argumentado
pelo Diretor
do FiberOnline,
Eneas Neto.
Luiz Eurico
Klotz, diretor
artístico
do Skol Beats
ressaltou a
“miopia”
da sociedade
em que ninguém
consegue enxergar
a longo prazo
sobre a divulgação
da música
eletrônica
e que rumos
ela irá
tomar. O DJ
e produtor paulistano
Renato Cohen
mostrou como
um DJ se encaixa
nessa relação
de artista e
divulgação.
Ao final da
palestra além
dos workshops
com os produtores
Cuca e Meme
o trio inglês
Scratch Perverts,
atração
da tenda Movement
das 3h às
4h30 mostraram
em um pocket
show de 10 minutos
um pouco do
set no Skol
Beats. Agilidade,
destreza e vários
campeonatos
do DMC.
http://www.bmc.art.br
O que disse
o curador do
BMC, Iraí
Campos...
Em uma conversa
rápida
com o curador
do BMC, o DJ
Iraí
Campos disse
estar muito
confiante com
a repercussão
do evento: “Já
estou pensando
no BMC do ano
que vem”.
E ressaltou:
“Nosso
workshop estava
com uma capacidade
máxima
de 30 pessoas,
tivemos que
subir para 35.
A tendência
para o ano que
vem é
aumentar esse
número,
mas tendo uma
maior infra-estrutura”,
explicou.
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