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Depois do cano
de Sasha na
tenda Skol Club,
o público
ganhou um DJ
set de Simon
e Felix. Nessa
nova tenda,
outro destaque
foi o DJ inglês
Danny Howells,
que com o tal
deep-funk-house
foi muito vem
vindo entre
os brasileiros
e já
de manhã
terminou o set
para a última
apresentação,
a de Leozinho
vs. Rodrigo
Paciornik.
Na tenda The
End a novidade
foi o inglês
Grant Dell substituindo
o produtor francês
Agoria. Fez
um set de tech-house
groovy, assim
como o Derrick
Carter que fez
questão
de apresentar
o melhor de
seu set e deixou
a bola para
Mau Mau, recém-chegado
de uma turnê
pela França
e Alemanha.
De tão
conhecido do
público
não foi
difícil
deixar a tenda
mais cheia.
Darren Emerson,
o dono do promissor
selo “Underwater”
e o ex-Underworld
foi um dos melhores
DJ que se apresentou
no festival.
Seja pela sua
excelência
ou pelos remixes.
Seu parceiro
no Underwater,
Tim Deluxe ganhou
uma versão
remixada pelo
próprio
em “It
Just Won't Do”
e do Underworld,
apresentou na
íntegra
“Born
Slippy”
e um sample
de “Dirty
Epic”.
Os MCs Stamina
e Foxy deram
o tom ao vivo
na tenda Movement.
Às 16h,
Danntas aka
Sérgio
Dantas, paulista
e um dos melhores
DJs de drum’n’bass
do Rio de Janeiro
não precisou
de um MC, e
apresentou seu
set baseado
em muita na
black music.
DJ Patife encerrou
sua turnê
no Skol Beats
com um set pré-selecionado
e sem novidades.
Agora o DJ voltará
a produzir músicas
e terminar seu
mais novo álbum.
Com muito custo
os ingleses
Photek e Roni
Size, dois grandes
nomes do jungle
tentaram diminuir
a falta que
fez o DJ Bryan
Gee, presença
nas últimas
edições
do evento. E
em alguns momentos
conseguiram.
O set mais concorrido
foi o de DJ
Marky. Era impossível
chegar perto
da tenda nas
duas horas em
que tocou na
tenda. Scratch
Perverts, depois
do set de Marky,
o trio de garotos
- Tony Vegas,
Prime Cuts e
Plus One - souberam
mostrar para
um público
certo a mistura
de hip hop com
drum’n’bass
e rock.
Renato Cohen,
que como Mau
Mau esteve em
turnê,
se consagrou
definitivamente
como ícone
do techno no
Brasil. A tenda
Bugged Out!
recebeu também
o norte-americano
Josh Wink –
dono de um bate-estaca
forte - fez
questão
de lotar a tenda
e seu maior
hit “Superfreak”
de 2002 esteve
no play list
do DJ. Anderson
Noise gravou
álbum
ao vivo, fez
um set rápido
e contagiante,
apesar de alguns
problemas técnicos
com a tenda
durante a apresentação
de alguns DJs.
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