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Todos já
estavam ansiosos
pelo set do
DJ italiano
Benny Benassi.
Assim que terminou
o set de Erick
Caramelo, Benassi
com seu próprio
riff começou
com “No
Matter What
You Do”.
As pessoas corriam
de todos os
lados para não
perder, que
de tão
parecida se
confundiram
com o ‘tal’
hit.
Vestindo uma
toquinha e mostrando
a cara para
os brasileiros
pela primeira
vez, inclusive
seu nariz proeminente,
Benassi mandou
beijo, fez um
coração
com as mãos
e apresentou
hits não
tão conhecidos
por aqui como
“Alive”,
faixa feita
ao lado de seu
primo Alle Benassi.
Lembrou também
o pai da Euro-disco,
o outro italiano
Giorgio Moroder.
Benassi apresentou
um sample do
hit de Moroder,
“Love
To Love You
Baby”.
No meio do set
fez uma graça
tocando “Partido
Alto”
de Chico Buarque
na voz de Cássia
Eller. “Able
to Love”
foi outra faixa
do projeto The
Biz também
estiveram no
set do italiano.
Benassi brincou
com o público
quando tocou
o hit “Satisfaction”,
repetindo-a
duas vezes no
set, fazendo
loopings de
cada frase.
O Outdoor Stage
veio abaixo.
Outro ponto
alto foi a versão
‘electrocutada’
da faixa “Toxic”
de Britney Spears.
“Rolling
Benny”
foi a vez de
Benassi com
os Rolling Stones
com a união
dos “Satisfaction”.
Fischerspooner
Warren Fischer
e Casey Spooner
da dupla nova-iorquina
Fischerspooner
fizeram um set
mais performático
do que musical.
Com uma banda,
quatro bailarinas
e muita moda
no figurino.
Abriram com
“Don’t
Let It Go”,
a faixa é
interessante,
mas a coreografia
bem melhor.
Fresco que só
ele, Casey falava
para o público:
“Eu não
ouço
vocês,
não acredito
que aqui tenham
10 mil ‘motherfuckers’”.
Com uma certa
semelhança
ao cantor brasileiro
Ney Matogrosso,
Casey com maquiagem
pesada dançou,
rebolou, tirou
a roupa, ficou
de sunga com
o corpo besuntado
em purpurina.
O outro, Fischer,
cantava e fazia
performances,
dançava
com as bailarinas
e mostrou ser
menos atacado
que o companheiro.
Um espetáculo
com direito
a papéis
picotados brilhantes
que voavam.
Musicalmente,
a apresentação
foi fraca, o
que salvou foram
os hits, “Emerge”,
“Turn
On”, “Sweetness”
e a coreografia
que se uniram
em um perfeito
casamento.
Com muitos
blefes, reclamaram
do som, da máquina
de fazer neve,
e em “Party
Killer”
encenou um problema
no som e gritava:
“Queremos
que a música
seja mais alta!”.
Deu chilique
também
em “Emerge”.
O público
alvoroçado
com o maior
hit da dupla,
Casey parou
de cantar no
meio e bradou:
“Oh, não,
muito obrigada
Brasil, boa
noite!”.
Sem entender,
o público
saia aos poucos
do Outdoor.
Poucos minutos
depois voltou
com um smoking
branco e cantou
a faixa que
terminou com
um banho de
champanhe para
ele e a turma
do gargarejo.
A melhor faixa
foi a ainda
inédita
“Places”
que finalizou
a apresentação.
Basement
Jaxx
Com direito
a fogos de artifício,
pirotecnia e
uma passista
sambando com
uma bandeira
do Brasil na
mão,
a dupla londrina
Basement Jaxx
começou
com “Good
Luck”,
primeira faixa
do último
álbum
“Kish
Kash”.
O interessante
foi a vinda
dos músicos
convidados do
álbum
aqui para o
Brasil como
Lisa Kekaula,
a voz em “Good
Luck”.
Em seguida veio
a voz de Meshell
Ndegeocello
com “Right
Here’s
The Spot”.
A apresentação
foi mais a divulgação
de “Kish
Kash”
e de longe foi
a mais inesquecível
do Skol Beats.
Simon Ratcliffe,
na guitarra
e o empolgado
Felix Buxton
nos programadores
mostraram “Red
Alert”
do primeiro
álbum
“Remedy”
e do segundo
“Rooty”
com “Romeo”
e a participação
da cantora Kele
Le Roc. Até
“Seven
Nation Army”
do White Stripes
foi remixada
à maneira
deles. Isso
depois um versão
de “Cish
Cash”,
interpretada
por Le Roc,
já que
é Siouxsie
que cantou originalmente
no álbum.
Na entrevista
que concedeu
ao FiberOnline,
Felix afirmou
ser um cara
mais tranqüilo
e parado. Não
foi bem isso
que se mostrou
no festival.
Não parou
de se mexer
enquanto ficava
atrás
do coração
do Basement
Jaxx em néon.
Simon na guitarra,
mais tímido
e quieto, Felix
foi quem se
comunicou mais
com o público.
Em “Where’s
Your Head At”
Felix deu uma
de cantor e
muito bem fez
o papel, animou
todo mundo e
surpreendeu.
O single “Samba
Magic”
finalizou a
interpretação
ao lado da bela
passista rebolando
e mostrando
o quão
grande é
a admiração
da dupla pelo
“o quê
que a mulata
tem”.
Para muitos
foi a melhor
apresentação
do festival.
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